A pergunta de chofre era a seguinte:
Carvalho da Silva vem hoje da Amadora de uma empresa que está em processo de encerramento, quantas empresas vão fechar hoje?
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A pergunta de chofre era a seguinte:
Carvalho da Silva vem hoje da Amadora de uma empresa que está em processo de encerramento, quantas empresas vão fechar hoje?
Hoje, na tomada de posse, o novo Procurador da República, Pinto de Almeida, elegeu o combate à corrupção como uma das suas prioridades.
Há razões fundas para temer este ensaio nuclear. Mas no meio disto, não resisto a dizer como é irritante e hipócrita a indignação, por parte de quem detém armamento nuclear, como são o caso dos Estados Unidos, China ou Rússia.
É que não bastam as deliberações sobre a não proliferação ou testes sobre armamento nuclear. Ou ameaças de bloqueios económicos. O que seria necessário é que no âmbito da ONU, se promovesse ao desarmamento de todos os países com armas nucleares e de destruição maciça.
Presumo que a maioria dos visitantes deste espaço saiba que sou aderente do Bloco de Esquerda e fui cabeça de lista eleito, à assembleia municipal de Viana do Castelo, depois de mais de vinte anos afastado da actividade partidária e de um regresso esperançoso num novo projecto político.
A junção de forças de esquerda, afastando divergências antigas, sectarismos e preconceitos ideológicos, na base de um único denominador; uma esquerda nova, uma esquerda adulta, uma esquerda moderna, uma esquerda em (des) construção ideológica, eram o alento suficiente para o intrometimento no ensaio de recomposição de uma esquerda, baseada apenas nos mais altos valores universais do socialismo.
Este espaço de intervenção tinha de ser muito aberto, tolerante e de muita lealdade política. Sabia que não era fácil, mas apostei tudo neste projecto. A verdade é que decorridos estes anos o Bloco conseguiu o equilíbrio ideológico, a concertação de posições, uma discussão “desimpedida”, adquiriu credibilidade e ganhou uma posição de relevo na espectro político partidário.
O Bloco cresceu, instalou-se e tem hoje uma representatividade surpreendente nos órgãos autárquicos e no parlamento nacional. Um feito sem dúvidas notável em tão pouco tempo e contra as expectativas mais optimistas.
O Bloco beneficiou da conjuntura política no início e teve arte e o talento depois para consolidar uma posição, o respeito e a confiança política dos cidadãos, através de propostas sérias, inovadoras, um discurso fluente e apropriado às circunstâncias. O povo reconheceu o trabalho, a competência, o empenhamento e a rotura com políticas passadistas e acolheu bem, um discurso mais apelativo, Mais radical mas consistente de grande exigência cívica, de justiça social, do respeito e da dignidade humana, de uma melhor qualidade de vida dos cidadãos.
Este caminho não foi fácil. E agora é mesmo muito difícil. Com o crescimento do Bloco, inevitavelmente, irromperam protagonismos exacerbados, deslumbramentos pessoais, oportunismos inaceitáveis, conveniência pessoais, arrogância intelectual. É uma inevitabilidade o aparecimento desses episódios . O Bloco precisa de assentar os pés. Os militantes e simpatizantes, devem perceber a naturalidade destes fenómenos e estar atentos. Estes sinais estão já bem matizados para um observador sofrível. Os “encostos” aos líderes, para conseguir ou assegurar lugares na organização, as “correntes políticas” a jogar com a sua influência, os “profissionais” a perder sentido crítico.
Fiquei agradado com os resultados eleitorais no Brasil. A não eleição do Presidente Lula à primeira volta - que representa uma enorme perda de popularidade em relação às últimas eleições - é um sinal claro de desilusão em relação às expectativas que este criou. O seu mandato foi, para mim, uma enorme desilusão. Em primeiro lugar porque além de não ter conseguido travar a corrupção na política brasileira foi, e isso é bem mais grave, pouco decidido no seu combate e, em segundo lugar, porque adoptou uma postura pouco rigorosa - diria até populista - em relação à economia. Ser-se de esquerda não é optar pelo facilitismo da demagogia dum discurso - e duma acção - que promove um combate inócuo aos verdadeiros problemas duma economia. Ser-se de esquerda é defender de forma decidida uma harmonia entre a solidariedade social e intergeracional e a defesa da produtividade da economia. Lula da Silva é, cada vez mais, o George W. Bush da esquerda, ou seja, um homem comprometido, sem visão, que nada trouxe de inovador à sua área ideológica, um bluff.Lula não ganhou as eleições na primeira volta e ainda bem. Alguém que não aceita debates, o confronto político, a discussão de ideias, a crítica ao seu desempenho, não merece ganhar.
Não suporto estas arrogâncias vindas de onde vierem.
Também não acredito, na inocência de Lula em todos estes processos de corrupção. São casos a mais e envolvendo tantas figuras muito próximas de si, para presumir, ingénuas desatenções. Lula fomentou ou contemporizou ou é muito incompetente, com estes actos de banditismo. Não me parece que seja um incompetente ou um ingénuo politicamente. A recusa aos debates veio acentuar este desencanto.
Lula fez manigância política no seio de um sistema político corrupto. Isso não o absolve, contudo, porque usou ou permitiu que se usassem métodos semelhantes.
Eu ouço, leio e não percebo. Parece que alguns deputados, figuras (ou figurões) como Marcelo Rebelo de Sousa, Paulo Portas, Zita Seabra que sempre estiveram e continuam a estar contra a despenalização do aborto, (que vai ser sujeito a referendo em Janeiro) pretendem agora, despenalizar as mulheres que fazem o aborto!!? Não percebo mesmo… afinal querem ou não criminalizar as mulheres que interrompam a gravidez? Não é contraditório querer despenalizar o “crime” mantendo na lei que é “crime”? E um crime tem de ser penalizado ou não?
(…)
Quem tomou a decisão de interromper a gravidez acabará por fazê-lo, independentemente da lei prever a criminalização desse acto. Sempre foi assim e vai continuar a ser.
O problema é outro. Não se deve obrigar uma mulher a deixar nascer uma criança indesejada. Uma criança não amada. Uma criança para ser deixada ao abandono ou para ser entregue para adopção. O nascimento de uma criança é um acto sublime. A concepção desejada, pensada, no tempo certo, em condições socio-económicas e psicológicas adequadas, é uma criança amada antes de nascer. Atirar para o mundo uma criança, porque falharam os métodos contraceptivos, por descuido, ou por irresponsabilidade, isso sim é que um crime.
Um NÃO, não resolve o problema do aborto. Não dá segurança, tranquilidade, não evita o aborto clandestino. Um SIM, com acompanhamento médico, acompanhamento psicológico, feito em condições de higiene e salubridade, “protege” a mulher e pode ainda fazer, se for o caso, reverter a decisão de abortar.
Há coisas que doem muito. Os despedimentos colectivos são uma dor de alma. São dramas sociais penosos. Hoje fecha uma empresa, amanhã fecha outra e mais outra, depois de amanhã outra e mais outra e são milhares de pessoas e famílias inteiras atiradas para o vão da desgraça do desemprego. Como cães vadios, são abandonados e atirados à “sorte” da vida.
Arrepio-me quando penso em cerca de quinhentos mil trabalhadores desempregados. Arrepio-me ouvir dizer que são ciclos económicos e que é “normal” haver tantos desempregados, “num país de pelintras”. Arrepio-me quando “isto” são apenas números para alguns e não pessoas com os seus dramas e os problemas pela frente. Arrepio-me saber que há pobres, muito pobres, miséria, muita miséria, fome, muita fome e achemos isto natural. Que raiva!
Apetece-me partir a cara aos homens do Compromisso Portugal quando dizem, com uma frieza cortante, que são necessários despedir duzentos mil trabalhadores na função pública. Apetece-me ir às trombas dos patrões que encerram mais uma empresa, porque ali, noutro sítio qualquer dá mais lucro, porque exploram ainda mais aos trabalhadores. Agora mesmo tenho conhecimento que a Johnson Controls, vai despedir todos os 650 trabalhadores. Que dezenas de trabalhadores da Blaupunkt uma semana depois do ministro das finanças, anunciar um investimento, pelo ministro da Economia, de cerca de 26 milhões de euros num projecto de modernização da Blaupunkt, com o patrocínio da Estado, vão para a rua.
Uma pequena nota, meio escondida, no Diário de Notícias de ontem, dá-nos conta de uma situação ilegal cometida pelo Estado Português. A notícia passa despercebida a um olhar menos atento. E não vi que outro meio de comunicação fizesse eco deste assunto.
Segundo o DN, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) em 2003, deu instruções ao consulado português em Londres, para os trabalhadores do consulado, a termo certo, não fazerem descontos para a segurança social britânica e não reter o desconto devido para o IRS. No contrato, assinado entre as partes, o MNE introduziu uma cláusula ilegal em que as obrigações fiscais ficariam a cargo do contratado, à margem da lei portuguesa, e não è entidade patronal.
O Miguel Sousa Tavares é um bom escritor e um homem inteligente. É também, uma pessoa corajosa, independente e um bom observador. As suas apreciações sobre muitos assuntos são pertinentes, perspicazes e astuciosas. Tem um estilo único e polémico. Não sei, neste tempo todo, se estive mais vezes de acordo ou em desacordo com as suas análises. Sei é que perdi a confiança sobre as suas certezas. Um facto particular, levou-me a esse desfecho. Depois disso passei a estar mais atento aos seus comentários e às suas crónicas e reparei uma grande ligeireza na abordagem aos temas que antes nunca tinha reparado.
Hoje ao ouvir os seus comentários feitos na TVI a propósito das diferentes propostas dos partidos sobre a segurança social, pensei para comigo, como é fácil de ser comentador e ganhar dinheiro, dizendo rigorosamente nada. Apenas banalidades. O que um homem comum diria, se naquele momento acabasse de ouvir as notícias na TVI sobre o debate de hoje, na Assembleia da República sobre a Segurança Social (o que também não abona sobre a qualidades das notícias e dos jornalistas).
Segundo informações recolhidas em fóruns islâmicos na Internet, a Al-Qaeda prepara-se para um ataque nuclear contra os EUA, segundo fontes próximas do especialista nuclear da Al-Qaeda, Adnan El-Shukrijumah.
O PCP anda a irritar-me
Regressei à actividade política com o Bloco de Esquerda.
Há muitos anos, mais de vinte, tinha deixado a actividade partidária, depois de muitos anos de intensa e sincera militância. Um dia nos anos oitenta, fui-me embora, desgostoso e decepcionado com os caminhos trilhados pela minha extrema-esquerda. Estava na UDP.
Percebi que o caminho não era aquele. Dei-me conta de alguns abalos nas minhas convicções ideológicas. O “meu” comunismo não era aquele. Como não o era o defendido pelo PCP. A minha visão idílica de uma sociedade comunista abalou. Os países “comunistas” do Leste europeu, há muito que me tinham desiludido. Descobri, mais tarde que os “meus” países comunistas, também não eram “comunistas”. Não eram aquilo que aprendi sobre o comunismo.
Na altura, não colocava em causa o comunismo. Agora ponho muitas coisas em causa.
Agradava-me a utopia de uma sociedade sem classes, o idealismo de “a cada um segundo as suas necessidades de cada um conforme as suas possibilidades”. Agradava-me a simplicidade de uma sociedade em que a riqueza fosse partilhada.
Agradava-me e agrada-me.
Contudo, algumas teorias evidenciaram-se mesmo desadequadas. E as práticas ainda piores. O modelo de organização do Estado e do partido comunista mostrou-se mesmo desastrado e contraproducente, tendo conduzido os países a novas ditaduras e a um novo capitalismo.
(…)
Este PCP está a ajudar a que deixe o Bloco de Esquerda. Começo a descrer na capacidade da esquerda se emendar. Diz o José Mário Branco, numa das suas fabulosas canções, “depois de tantas guerras já não sei fazer as pazes”. Talvez seja isto. Não estou disposta a dar muito mais para estes peditórios. Vou sair. Com licença.
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O prédio do Coutinho foi hoje tomado administrativamente. Com muita controvérsia como seria de esperar. E também muita imposturice.
A sua construção desproporcionada, há mais de trinta anos, acabou por ser aprovada, no início dos anos setenta por uma comissão de estética, com o argumento de que “na horizontalidade da cidade ficava bem um prédio em altura”. Este argumento não convenceu ninguém. A construção do prédio de Coutinho foi desde o início muita contestada pela população e envolvida
Em Março 1974 foi o próprio governo Marcelista a mandar “suspender imediatamente as obras de construção do edifício”. Com o 25 de Abril e o período conturbado que se seguiu a construção do prédio do Coutinho prosseguiu, sem grandes problemas. Nessa altura, julgo, o prédio do Coutinho aumentou ainda mais em volumetria.
(…)
Nesta fase a solução não pode ser outra. O programa de requalificação urbana não pode parar, as consequências financeiras seriam, talvez ainda piores. Os moradores fazem pela vida é um direito que lhes assiste, mas a Câmara também cumpre e bem, neste caso, o seu papel.
Acabo de ver na SIC Notícias uma entrevista de José Sá Fernandes, vereador eleito à Câmara de Lisboa pelo Bloco de Esquerda, sobre negócios em terrenos da EPUL, (Empresa Pública de Urbanização de Lisboa) altamente duvidosos. Não deu para perceber tudo, mas a ideia que retive é que ali à tramóia da grossa.
Os administradores da EPUL, já demonstrarem, no mínimo, serem de honorabilidade duvidosa. Ainda há dias foram obrigados a devolver prémios, atribuídos a si próprio, por “bom desempenho”, prémios cujo valor total é quase igual aos resultados líquidos de 2005. Além de amoral, os resultados de exploração não o justificavam, nem a legislação previa prémios de desempenho em empresas municipais, eram ainda ilegais face a um despacho do Governo, proibindo a atribuição de recompensa extraordinárias a todos os gestores públicos, nesses anos.
Agora, Sá Fernandes suspeita de novas irregularidades, prejudicando a Câmara Municipal em um milhão e trezentos mil euros, em benefício de uma empresa privada, sem nenhum vínculo aos negócios dos terrenos vendidos pela EPUL.
O governo vai experimentar a atribuição de prémios por objectivos nas Administrações públicas com os CTT e eu acho bem. Sou dos que defendem o valor do mérito na regulação de uma carreira profissional. Para todos. Sobre isso não tenho nenhuma dúvida. E defendo o mérito associado ao cumprimento de objectivos, também. Mas não como única condição. Pode haver mérito e pode não haver cumprimento de objectivos. Sei que é assim. Pode haver competência, conhecimentos, excelentes desempenhos profissionais e não se conseguir atingir os objectivos propostos. Por várias razões: alterações conjunturais, imponderáveis incontroláveis, má planificação, objectivos excessivos, etc.
A regulação de uma carreira com base no mérito é compreensível. Uma carreira construída com base na antiguidade não faz sentido. A antiguidade não afere nada. Nem conhecimentos, nem competências, nem desempenhos. E é desmotivador. Basta ao trabalhador encostar-se ao tempo, para ser promovido, fazendo pouco ou muito, sendo bom ou mal profissional. É desleal para quem se aplica e cumpre com profissionalismo. A antiguidade deve ter um custo para agraciar um passado e uma experiência profissional, mesmo assim, mas deve ser recompensada, através de diuturnidades ou anuidades, não mais do que isso.
As experiências que conheço dizem-me, contudo, que o sistema de avaliação com base no mérito, mal concebido, mal interpretado ou engenhosamente forjado, provoca distorções, divisões e individualismos perniciosos. Tendo em contas estas dimensões o sistema de avaliação deve prever ponderações de graus diferentes, valorizando o espírito de equipa e menos ou mesmo nada, a competição individual. (…)
Dito isto, entendo [que] se não conseguir atingir os objectivos não deve ser premiado. É muito simples. Mas o Governo não pensa assim e quer premiar os gestores públicos se conseguirem atingir 85 por cento dos objectivos. (…)
Já ninguém tem dúvidas hoje de que há um problema grave na sustentabilidade da Segurança Social. Mudou muita coisa nas últimas décadas. A relação entre beneficiários e contribuintes é hoje muito nivelada. Descontam dois para receber um. Daqui a nove anos, se nada for feito, será o contrário, segundo um estudo do Governo e consensualmente aceite. A pressão demográfica o aumento da esperança de vida, a entrada tardia no mercado de trabalho, o desemprego, tornam a situação insustentável. Já deveria ter sido feito algo. Os governos não ligaram nada a este problema e para cúmulo, deixaram de transferir verbas para o fundo de capitalização, previstas na lei. E desviaram verbas para outros fins em tempos de grandes excedentes. Agora parece terem despertado, mas com propostas levianas. E com medidas violentas, sempre em prejuízo dos que suportam mais dificuldades. Este centrão de interesses não quer saber do que é importante entretido que anda nos jogos eleitorais e em servir as clientelas.
( …)
A proposta do PS vai pelo lado fácil das soluções, mas mais difícil de engolir para os trabalhadores: Mais descontos, mais tempo de serviço activo, diminuição muito significativo das pensões (à revelia das promessas eleitorais). É muito pouco e bastante agressiva. Não tem conta a diversificação e novas formas de financiamento. É excessiva no dramatismo porque despreza o combate à economia paralela, à integração e regularização dos imigrantes no sistema, à criação de emprego.
A proposta do PSD é o fim prematuro do sistema universal. A quebra de receitas com o desvio para fundos privados mata o sistema. O que importa é diversificar e aumentar os financiamentos e não desviar ou encolher as contribuições. Não tem pés para andar a proposta nem pode ser aceite. É uma privatização disfarçada. Só o estado pode garantir um serviço social.
A proposta do PCP é defensiva. Não é aceitável que sejam só as empresas a suportar esta sobrecarga enorme. O problema da sustentabilidade da Segurança Social é real não é imaginário. Não se resolve atirando para canto o problema. Quem pode contribuir mais, deve contribuir mais, mas deve contribuir quem pode contribuir.
A proposta do BE é a mais razoável. Parte do princípio da universalidade que implica não deixar de fora ninguém e de todo o rendimento contribuir para o financiamento do sistema. Cada um deve pagar segundo os seus rendimentos. Neste momento estão de fora da contribuição para o sistema, mais de metade da riqueza nacional.
Não conheço o Henrique, pessoalmente. Conheço-o pelo que escreve, apenas. E conheci-lhe pequenos gestos reveladores de uma personalidade. Conheço mesmo muito pouco do homem e do profissional. Do professor, não conheço rigorosamente nada do investigador conheço-lhe um livro. Um livro que faço destaque aqui na coluna do lado direito. Defini assim a homem a propósito do livro: a inteligência, a qualidade a irreverência. Pois é… é assim que vejo o homem, escritor, professor, investigador.
Henrique é um homem bom, tenho a certeza. É a minha intuição. Agora está zangado. Porque não gostou de ser criticado -da forma que foi; porque é um homem livre.

Mudei para a plataforma Word Press.
Assim, a partir de hoje, o meu novo endereço é este.
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