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3.01.2008
4.01.2007
opinião
Quando leio a obra de Fernando Pessoa (& companhia), leio-a sempre com a lupa deste poema. E por isso declaro (quiçá tremendamente enganado) que tudo o que Fernando Pessoa foi, pensou ou sentiu, viveu ou quereria ter vivido, está na sua obra. Não direi, como ele disse de Sá-Carneiro, "Mário de Sá-Carneiro não teve vida, teve só obra. O que disse foi o que viveu.", no entanto, diria, O que disse foi o que viveu, ou o que gostaria de ter vivido. Se alguma relação houver entre o homem e a obra, este poema é (na minha opinião) a chave dessa relação!
Quem reparar na data em que foi escrito o poema, verá que faz hoje 76 anos...
CONTINUA...
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3.30.2007
Tendo andado a navegar pela blogosfera, e tendo encontrado diversos posts a discorrer sobre o que era ou não era Fernando Pessoa, discussão assaz inútil e inconclusiva; e ainda estupefacto com a pobreza do pobre documentário apresentado pela Clara Ferreira Alves, aqui deixo, para quem não conheça, o poema do qual apenas foi citado o último verso "Dá-me mais vinho, porque a vida não (sic) é nada". Obviamente, este "não" foi uma das muitas poéticas desispirações da apresentadora/defensora do dito documentário...
Continua aqui: André Benjamim.
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