Houve, efectivamente, um rapto. Por sorte do casal progenitor, a investigação ficou a cargo de um experiente detective português que tinha já resolvido (e bem) o caso do assassínio da Joana (curiosamente dada também como desaparecida pela mãe) onde nada ficou obscuro, os culpados foram apanhados e punidos, o cadáver não foi localizado por ter sido ocultado o que agravou a pena aos assassinos.
hora absurda 0.5%
7.25.2008
7.24.2008
Os velhos pobres
Tenho-me vindo a aperceber que cada vez menos gente escreve sobre a situação do país. A ausência de opinião levaria um observador abstraído, por exemplo, um estrangeiro, a imaginar que nos últimos dois, três anos, os bloggers se têm calado porque as coisas entretanto melhoraram. Não é assim. Pelo contrário, já chegámos ao ponto em que toda a gente com um bocadinho de inteligência já disse tudo o que havia para dizer e até já desistiu de voltar a explicar o óbvio.
Resta-nos, portanto, comentar as notícias que vão surgindo a público. Saliento o "a público" porque muitas destas notícias não são notícias para quem as recebe e algumas vão chegando com 10 anos de atraso, mas dos nossos jornais e televisões não se espera mais do que aquilo que os donos os deixam dizer.
Notícia impressionante foi aquela de que se chegou à brilhante conclusão de que 35% dos pobres têm emprego, isto é, que 35% das pessoas que trabalham são pobres. Chamam-lhes até "os novos pobres".
Se há novidade, é os pobres que trabalham serem tão poucos. Eu ainda sou do tempo em que toda a gente que trabalhava era pobre. Do merceeiro ao polícia, do professor ao empregado dos correios. Os únicos que se safavam bem eram os médicos e mesmo assim eram pagos em galinhas e chouriças. Se houve alguma diferença, entre esses tempos que eram os anos 70 e a euforia dos anos 80, em que as pessoas acharam que se trabalhassem tinham dinheiro para comprar casa e carro e gasolina e roupa e comida e férias, foi a mais pura ilusão. Não são novos pobres. São pobres que tiveram a esperança de o deixar de o ser.
Continua
Resta-nos, portanto, comentar as notícias que vão surgindo a público. Saliento o "a público" porque muitas destas notícias não são notícias para quem as recebe e algumas vão chegando com 10 anos de atraso, mas dos nossos jornais e televisões não se espera mais do que aquilo que os donos os deixam dizer.
Notícia impressionante foi aquela de que se chegou à brilhante conclusão de que 35% dos pobres têm emprego, isto é, que 35% das pessoas que trabalham são pobres. Chamam-lhes até "os novos pobres".
Se há novidade, é os pobres que trabalham serem tão poucos. Eu ainda sou do tempo em que toda a gente que trabalhava era pobre. Do merceeiro ao polícia, do professor ao empregado dos correios. Os únicos que se safavam bem eram os médicos e mesmo assim eram pagos em galinhas e chouriças. Se houve alguma diferença, entre esses tempos que eram os anos 70 e a euforia dos anos 80, em que as pessoas acharam que se trabalhassem tinham dinheiro para comprar casa e carro e gasolina e roupa e comida e férias, foi a mais pura ilusão. Não são novos pobres. São pobres que tiveram a esperança de o deixar de o ser.
Continua
7.23.2008
Desabafando (3)
Vinha eu a subir a ladeira, a caminho de casa, e a pensar nas grandes obras que em boa hora a Câmara de Leiria está a promover para reabilitar a zona baixa da cidade, à semelhança do que outras cidades do país já fizeram, nomeadamente Coimbra que já tem o Coimbra Shopping, o Dolce Vita, o Retail Park, o Fórum de Coimbra, as Pontes Europa, de Santa Clara e outras pontes menores sem nome, Loja do Cidadão, etc..
hora absurda 0.5%
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7.20.2008
AFINAL, DE QUE TÊM SAUDADES OS PORTUGUESES?
Os portugueses são as pessoas das saudades, palavra praticamente intraduzível nas outras línguas.
Os portugueses gostam dos seus deuses: seres inatingíveis pela generalidade das pessoas e que se distinguem destas porque têm ideais tão elevados quanto a uma vivência tão justa e ordenada que faria inveja a qualquer outro povo ou, pelo menos, que igualaria os portugueses aos povos mais desenvolvidos do mundo.
Depois, na vida prática e corrente, esses ideais não passam de miragens que nunca se concretizam, ou melhor, apenas se concretizam no seu contrário, com portugal entre os países mais atrasados.
Mas, mesmo assim, os portugueses votam neles e sentem-se orgulhosos dos seus deuses que lhes prometem concretizar os seus altos ideais e não conseguem. E têm orgulho neles, apesar disso, porque tais deuses apenas mostram que são tão humanos como a generalidade das pessoas, isto é, que, na prática, conseguem apenas o que o homem médio consegue: ir vivendo, ou melhor, sobrevivendo, perdoando e desenrascando.
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Se Querem Que Eu Vos Conte
Posso? Agora?...
Querem que eu conte?
Tem sido bem divertido ver aparecer na boca dos génios do pensamento as palavras "Quinta da Fonte".
Divertido. Surrealista.
Quando a Fernanda Câncio - sim, essa - fala da Fonte, ponho-me eu a pensar: "Ah, pois, ela sabe do que fala, que a sua santa avozinha morava lá num T2."
Ou o António Vitorino - "Ah, sim, a caminho das Assembleias Gerais do Santander-Totta é vê-lo a beber mines no Café Mourão."
Ou o Marcelo Rebelo de Sousa. Que como qualquer mortal também tem Google Earth em casa, o que lhe dá alguma noção de para que lado é que a Fonte fica.
Eu sei um pouco do que falo.
Eu sei onde é e o que é a Quinta da Fonte.
Querem que eu conte?
Tem sido bem divertido ver aparecer na boca dos génios do pensamento as palavras "Quinta da Fonte".
Divertido. Surrealista.
Quando a Fernanda Câncio - sim, essa - fala da Fonte, ponho-me eu a pensar: "Ah, pois, ela sabe do que fala, que a sua santa avozinha morava lá num T2."
Ou o António Vitorino - "Ah, sim, a caminho das Assembleias Gerais do Santander-Totta é vê-lo a beber mines no Café Mourão."
Ou o Marcelo Rebelo de Sousa. Que como qualquer mortal também tem Google Earth em casa, o que lhe dá alguma noção de para que lado é que a Fonte fica.
Eu sei um pouco do que falo.
Eu sei onde é e o que é a Quinta da Fonte.
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Desabafando (2)
Hoje é Domingo, dia em que geralmente as pessoas saem a passear e a poluir o ambiente, deixam lixo por todo o lado e voltam contentes para casa, como se nada tivesse acontecido. Uma inconsciência, é o que é. Sinceramente, não sei o que é que as pessoas andaram a fazer na escola…! Será que nunca lhes ensinaram as regras básicas de higiene e de ecologia?
hora absurda 0.5%
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A bolha petrolífera está a arrebentar?
Apesar de tudo o que é político ou comentador andar para aí a dizer que o petróleo está caro e vai ainda ficar mais caro, eu que não sou político nem comentador posso dar-me ao luxo de ser inteligente e racional e dizer que o que está a acontecer com o preço do petróleo é uma bolha especulative e esta, como todas as bolhas especulativas acabará por rebentar (ver aqui ou aqui).
Ver continuação em Cabalas.
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7.19.2008
Desabafando (1)
Eu ando muito desconfiado do Verão deste ano. Tenho que ir investigar mais acerca do aquecimento global de que tanto se fala nos jornais e outros meios de comunicação. Não sei se se pode já considerar normal estarmos quase em Agosto e o calor não ser aquela coisa exagerada com que andávamos a contar.
Hora Absurda 0.5%
Hora Absurda 0.5%
O Porco do Futebol
Mas também sei que isso das camisolas não me leva nem a deitar dinheiro à rua nem sequer a perder horas de sono ou de vigília. (Apenas uns minutos a escrever posts...)
Porque a nobre de uma coisa lá qualquer sobre "desporto" e "competição" e "clubes" e tretas, não é mais que uma memória colada a fotos de homens de outros tempos, de bigodes retorcidos de equipas de ciclismo.
7.18.2008
A NOSSA "CRISE" E A (R)EVOLUÇÃO DELES
Com este título Pacheco Pereira publicou um interessante artigo no seu blog (Abrupto).
O que PP (Pacheco Pereira, não confundir com Partido Popular) diz está certo, a crise Mundial em que vivemos não é uma crise Mundial é, quanto muito, uma crise do Ocidente.
O resto do Mundo porta-se, geralmente, bem, mesmo muito bem.
A China e a Índia estão como nunca estiveram. Em cada dia que passa milhares de chineses e indianos adquirem o acesso a níveis de vida que, ainda há pouco tempo, seriam impensáveis.
Ver continuação em Cabalas.
O que PP (Pacheco Pereira, não confundir com Partido Popular) diz está certo, a crise Mundial em que vivemos não é uma crise Mundial é, quanto muito, uma crise do Ocidente.
O resto do Mundo porta-se, geralmente, bem, mesmo muito bem.
A China e a Índia estão como nunca estiveram. Em cada dia que passa milhares de chineses e indianos adquirem o acesso a níveis de vida que, ainda há pouco tempo, seriam impensáveis.
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7.17.2008
Banco de Portugal
Alguém me esclarece acerca do papel do Banco de Portugal na actualidade, além de servir para manter os ordenados fabulosos de economistas que percebem de tudo, inclusive de energia nuclear?
hora absurda IV
hora absurda IV
Fim do milagre irlandês?
Um jornal irlandês publica um artigo (ver aqui) sobre a crise irlandesa em que coloca muito bem o dedo na ferida, o Euro é parte do problema e não parte da solução.
Inicialmente, quando se começou a falar do Euro (Tratado de Maastrich) confesso ter pensado que o Euro era uma solução á procura de um problema. Mas, rapidamente deu para perceber que o Euro nunca foi uma solução para nada, foi sempre um problema.
Ver continuação em Cabalas.
Inicialmente, quando se começou a falar do Euro (Tratado de Maastrich) confesso ter pensado que o Euro era uma solução á procura de um problema. Mas, rapidamente deu para perceber que o Euro nunca foi uma solução para nada, foi sempre um problema.
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7.16.2008
Em Exame - O Resgate da Tropa Fandanga
O meu e o nosso.
E as ideias e os factos rodopiam numa órbita que - se estivéssemos totalmente despertos - nos serviriam de bandeja o confronto e o contraste entre todas as coisas que passaram e todas as que acabarão por vir.
"Exames Nacionais do Ensino Básico?"
"O Resgate do Soldado Ryan!"
Em 1998, um filme esmagador de Spielberg - ainda na memória de todos - contava a história real do Capitão Miller (Tom Hanks), do seu 2º Batalhão de Rangers, do épico Desembarque Aliado na Normandia a 6 de Junho de 1945 e de uma bizarra missão recebida no cenário de combate.
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7.15.2008
Falando português, para que todos entendam
Depois do “discurso da tanga” de Durão Barroso, José Sócrates mentiu e apresentou-nos o “discurso do fio-dental”. A julgar pelo seu silêncio até agora, Manuela Ferreira Leite prepara-se para nos fazer o “discurso do nu”.
Falando português, para que todos entendam
Falando português, para que todos entendam
7.13.2008
O Verão mais quente e seco dos últimos 25 anos?
Quando o Verão começou escrevi neste blog que a TV tinha anunciado que se previa o Verão mais quente e seco dos últimos 25 anos.
Ora 24% do Verão já lá vai e, até á data, a temperatura tem estado anormalmente suave e, quanto a humidade, não sei bem mas creio que tem estado até superior ao normal.
Outro rotundo falhanço da propaganda do aquecimento global.
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Ora 24% do Verão já lá vai e, até á data, a temperatura tem estado anormalmente suave e, quanto a humidade, não sei bem mas creio que tem estado até superior ao normal.
Outro rotundo falhanço da propaganda do aquecimento global.
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We are ready...
A 8 de Agosto de 2008 (8/8/08) abrem os Jogos Olimpicos de Beijing.
A data foi escolhida com todo o cuidado pois o 8 é um número muito bom para os chineses.
Serão provavelmente os Jogos Olimpicos mais fabulosos de sempre... os chineses não brincam em serviço.
Eles estão prontos:
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A data foi escolhida com todo o cuidado pois o 8 é um número muito bom para os chineses.
Serão provavelmente os Jogos Olimpicos mais fabulosos de sempre... os chineses não brincam em serviço.
Eles estão prontos:
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7.11.2008
"J'ACCUSE!" - "Venire contra factum proprium non valet", senhor PGR! Aqui deixo (mais) esta denúncia "ad perpetuam rei memoriam"!
“E é a vós que eu gritarei esta verdade, com toda a força da minha revolta de homem honesto. E o acto que cumpro aqui não é senão um meio revolucionário para apressar a explosão da verdade e da justiça.” - [Émile Zola].
Encontro-me afastado de funções e impedido de trabalhar em qualquer vertente do meu múnus, desde 2003, porque a Procuradoria-Geral da República/Conselho Superior do Ministério Público (PGR/CSMP) me condenou, em processo disciplinar, no ano de 2000, à pena de demissão por ter dado, em 1993, e segundo alegam, um despacho “ilegal” para beneficiar um “amigo”, despacho esse que, alegam ainda, consistiu em ordenar a passagem de mandados de “captura” contra um arguido, “para que me fosse presente”.
Quanto aos mesmíssimos factos, o Tribunal da Relação de Lisboa e o Supremo Tribunal de Justiça já decidiram, com trânsito em julgado, em sede criminal, que aquele despacho foi LEGAL e que NÃO PODERIA BENEFICIAR QUEM QUER QUE FOSSE.
(...)
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7.10.2008
Taxa Robin dos Bosques
Com a subida do preço dos combustíveis, o governo português descobriu uma forma de travar estas subidas de preços, a taxa Robin dos Bosques.Esta ideia parece que é importada de Itália e consiste em taxar os lucros das gasolineiras pelo aumento do valor petróleo que têm em stock.
A ideia é a seguinte:
As gasolineiras compram petróleo com três meses de antecedência e calculam o preço de venda a partir do preço do petróleo da semana anterior.
Assim, se o petróleo subir de preço, o valor do stock também sobe e, portanto, a empresa gasolineira vê o valor do seu stock aumentar e de aí mais valias.
São estas mais valias que se querem taxar. São estas taxas que se chamam taxa Robin dos Bosques.
É difícil ideia mais estúpida!
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O Raio
Thomas Huxley estava errado
Qualquer físico quântico e/ou um matemático contemporâneo sabem que Richard Dawkins é um charlatão que tem vendido muitos livros, ao mesmo tempo que atestam que as religiões em geral são sínteses de formas primitivas de antever o que se perscruta como sendo a realidade científica, filosófica e religiosa.
Thomas Huxley estava errado
Thomas Huxley estava errado
Para a Tralha Cavaquista, Daqui Vai...
...Um Sentido Pontapé!
Num País em que todo o cão e gato tem direito a "biografias" em papel, na net e em canais da especialidade, o Sr. Pinto de Sousa não é excepção.
Saiu para os escaparates um rolo de papel de folha simples sobre o percurso do político e do Homem que se fartou de bulir para cá chegar. (Confira-se o site da FNAC.)
"Cá", à política, a Lisboa, ao sucesso, ao Governo, ao zénite do superior pensamento da Nação.
(Coitadinho, o que ele moirou para vingar desfavorecido na Beira..., o que ele batalhou para singrar sozinho na esfera do PS da metrópole..., o que ele suou para se formar no académico que é hoje..., o esforço que foi arrancar o seu poder actual às mãos aferrolhadas de Santana Lopes..., os tormentos que passa ainda agora, coitadinho, com uma imprensa tão atenta, isenta e agressiva...
Coitadinho...)
Por isso, para tal alma tudo é pouco.
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Num País em que todo o cão e gato tem direito a "biografias" em papel, na net e em canais da especialidade, o Sr. Pinto de Sousa não é excepção.
Saiu para os escaparates um rolo de papel de folha simples sobre o percurso do político e do Homem que se fartou de bulir para cá chegar. (Confira-se o site da FNAC.)
"Cá", à política, a Lisboa, ao sucesso, ao Governo, ao zénite do superior pensamento da Nação.
(Coitadinho, o que ele moirou para vingar desfavorecido na Beira..., o que ele batalhou para singrar sozinho na esfera do PS da metrópole..., o que ele suou para se formar no académico que é hoje..., o esforço que foi arrancar o seu poder actual às mãos aferrolhadas de Santana Lopes..., os tormentos que passa ainda agora, coitadinho, com uma imprensa tão atenta, isenta e agressiva...
Coitadinho...)
Por isso, para tal alma tudo é pouco.
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O Credo da besta velha
Porque me considero uma besta, tenho apostado em várias coisas
Que os tios e os merdia nos fazem crer,
Para depois constatar que é tudo mentira.
7.05.2008
Um livro: "A Morte de Portugal", por Miguel Real
Este livro foi-me dado a conhecer por Metatheorique, colaborador nas Vicentinas de Braganza (agora The Braganza Mothers) que dele publicou alguns excertos muito interessantes.
Publicado por Campo das Letras (2007), é segundo o autor um "ensaiozinho despretensioso e reflexivo de horas nocturnas" que "intenta demonstrar que a constelação cultural e civilizacional por que emergiu a realidade histórica designada por "Portugal", enquadrada em quatro complexos culturais abaixo enunciados, atingiu o seu limite de esgotamento - menos por efeito de um decadentismo político (temos vivido em permanente decadência desde D. João III) e mais por causa de um fenómeno de aceleradíssima descristianização e desumanização ética da sociedade e de uma rapidíssima submersão social numa tecnocracia científica anónima que nivela as nações, metamaorfoseando-as em regiões singulares de uma futura supranacionalidade europeia, comandada por títeres janotas que transfiguram a nobre arte da política numa cinzenta cadeia técnica de raciocínios causais - e está a chegar ao fim".
Não se trata portanto do fim de Portugal como país independente (anexado ou invadido) mas de algo muito mais grave, a morte da realidade cultural que sustenta essa independência e sem a qual essa mesma independência deixa de fazer sentido.
Os diagnósticos já estão todos feitos mas este não deixa de merecer destaque e leitura global uma vez que, em meia dúzia de linhas, explica toda a estrutura mental colectiva da nação desde a sua fundação.
Continua
Publicado por Campo das Letras (2007), é segundo o autor um "ensaiozinho despretensioso e reflexivo de horas nocturnas" que "intenta demonstrar que a constelação cultural e civilizacional por que emergiu a realidade histórica designada por "Portugal", enquadrada em quatro complexos culturais abaixo enunciados, atingiu o seu limite de esgotamento - menos por efeito de um decadentismo político (temos vivido em permanente decadência desde D. João III) e mais por causa de um fenómeno de aceleradíssima descristianização e desumanização ética da sociedade e de uma rapidíssima submersão social numa tecnocracia científica anónima que nivela as nações, metamaorfoseando-as em regiões singulares de uma futura supranacionalidade europeia, comandada por títeres janotas que transfiguram a nobre arte da política numa cinzenta cadeia técnica de raciocínios causais - e está a chegar ao fim".
Não se trata portanto do fim de Portugal como país independente (anexado ou invadido) mas de algo muito mais grave, a morte da realidade cultural que sustenta essa independência e sem a qual essa mesma independência deixa de fazer sentido.
Os diagnósticos já estão todos feitos mas este não deixa de merecer destaque e leitura global uma vez que, em meia dúzia de linhas, explica toda a estrutura mental colectiva da nação desde a sua fundação.
Continua
7.02.2008
A política é, antes de tudo, cultura
Quando tratamos de forma igual situações diferentes, o casamento passa a ser tudo; e sendo tudo, passa a ser nada. Quando a instituição do casamento entra em falência na esfera dos valores sociais, quem sofre são as crianças, em primeiro lugar, e o futuro da sociedade.
A política é, antes de tudo, cultura
A política é, antes de tudo, cultura
O tratado de Lisboa afunda-se
Aparentemente o Tratado de Lisboa afunda-se.
Depois do "Não" da Irlanda vem agora o Presidente da Polónia dizer que não assina a ratificação já aprovada pelo parlamento polaco.
As razões avançadas pelo Presidente polaco são lógicas. Uma vez que a Irlanda não ratificou o Tratado, o Tratado está morto e é inútil continuar com o processo.
É de crer que esteja somente a fazer fita para conseguir algumas vantagens para a Polónia e acabe por assinar a ratificação mas, a sua argumentação é lógica.
Em seguida temos o caso da República Checa que tem a ratificação, a ser feita pelo respectivo parlamento, muito tremida.
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Depois do "Não" da Irlanda vem agora o Presidente da Polónia dizer que não assina a ratificação já aprovada pelo parlamento polaco.
As razões avançadas pelo Presidente polaco são lógicas. Uma vez que a Irlanda não ratificou o Tratado, o Tratado está morto e é inútil continuar com o processo.
É de crer que esteja somente a fazer fita para conseguir algumas vantagens para a Polónia e acabe por assinar a ratificação mas, a sua argumentação é lógica.
Em seguida temos o caso da República Checa que tem a ratificação, a ser feita pelo respectivo parlamento, muito tremida.
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7.01.2008
Todo o bom socialista é símio?
O que os socialistas espanhóis pretendem não é proteger os animais, é antes destruir o conceito cristão de santidade da vida humana.
Todo o bom socialista é símio?
Todo o bom socialista é símio?
Não se aceitam licenciados
A XAC - Gestão de Frotas, anda à procura de operadores de call center mas não se aceitam licenciados. Por outro lado deve gostar do contacto telefónico com o exterior. Até porque o contacto telefónico com o interior, de extensão para extensão, acaba por ser uma seca.
Continua
Continua
Trióxido de carbono!?
Acabei de ver o programa da RTP1 Prós e Contras.Este cavalheiro foi um dos participantes do programa. Nunca o tinha visto e nem sequer fixei o seu nome mas parece ser uma pessoa importante pois foi apresentado como Professor Universitário e cientista político.
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6.30.2008
De burocrata a cretinocrata
Este senhor aqui à esquerda (isto é, aqui ao lado esquerdo) foi durante muitos anos um burocrata em Bruxelas.Quando J. Sócrates formou governo foi lá busca-lo e colocou-o como Ministro da agricultura e creio que das pescas.
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6.29.2008
Europa, a contagem final...
Dedico este clip ao corajoso povo da Irlanda que, no início do Século passado conseguiu colocar o poderoso Império Britânico em sentido e que, no início deste Século parece querer fazer o mesmo ao Império não imperial (Durão Barroso dixit) de Bruxelas.
Ver continuação em Cabalas.
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6.26.2008
O ministro “desadequado”
Com a arrogância de um presunçoso desasnado, a besta ministerial tem o descoco de tentar fazer dos labregos, burros; com ares e tiques de bicha bigodeira, não resiste a chamar de “ignorantes” a quem sabe muito bem o que se passa lá fora.
O ministro “desadequado”
O ministro “desadequado”
Massa amorfa
O Fernando, dos blogs Angústias de um Professor (Actualmente fechado ao público) e Um Piano na Floresta, é comentador aqui há muitos anos e um blogger que respeito e aprecio. Deixou o seguinte comentário no meu post A geração que matou Abril, que eu acho digno de uma resposta mais alargada.
As gerações mais novas não me parecem uma massa amorfa. Ao contrário da visão negativa que os filhos dourados do 25 de Abril têm da "concorrência" mais nova (até nos chamam Calimeros), vou ter de repetir o chavão feliz de que não é uma "geração rasca" mas tão só uma "geração à rasca".
Ainda há pouco tempo ouvi o Eduardo Catroga (ministro das Finanças do governo de Cavaco Silva) num excelente programa de economia que dá às quintas-feiras na RTP2 pronunciar uma grande verdade, tão grande quanto terrível: é a primeira vez em muitas décadas que a geração mais nova não vai ter hipótese de viver melhor do que a geração anterior.
Nunca gostei muito do homem, até porque também se prestou ao seu papel na quadrilha, mas quando os programas têm fraca audiência até os hipócritas se descaem com as verdades.
É um facto. A geração depois da minha, entre os 18 e os 30 anos, já homenzinhos e mulherzinhas, sabem muito bem o que os espera. Já não acreditam em lirismos e em lutas. É fácil para os filhos dourados de Abril os culparem por não lutarem pelos seus direitos, mas a verdade é que se esgotaram as formas democráticas de lutar. Encaremos os factos.
Continua
Tinha 3 anos em 1974 e entrei na Universidade em 1990 e, mesmo assim, fizeste-me sentir culpado... Sabes, gostava de ter mais alunos/as como tu, mas, em vez disso, apanho com a massa amorfa que essa geração que tanto criticas educou.
As gerações mais novas não me parecem uma massa amorfa. Ao contrário da visão negativa que os filhos dourados do 25 de Abril têm da "concorrência" mais nova (até nos chamam Calimeros), vou ter de repetir o chavão feliz de que não é uma "geração rasca" mas tão só uma "geração à rasca".
Ainda há pouco tempo ouvi o Eduardo Catroga (ministro das Finanças do governo de Cavaco Silva) num excelente programa de economia que dá às quintas-feiras na RTP2 pronunciar uma grande verdade, tão grande quanto terrível: é a primeira vez em muitas décadas que a geração mais nova não vai ter hipótese de viver melhor do que a geração anterior.
Nunca gostei muito do homem, até porque também se prestou ao seu papel na quadrilha, mas quando os programas têm fraca audiência até os hipócritas se descaem com as verdades.
É um facto. A geração depois da minha, entre os 18 e os 30 anos, já homenzinhos e mulherzinhas, sabem muito bem o que os espera. Já não acreditam em lirismos e em lutas. É fácil para os filhos dourados de Abril os culparem por não lutarem pelos seus direitos, mas a verdade é que se esgotaram as formas democráticas de lutar. Encaremos os factos.
Continua
Divórcio homosexual
Fala-se muito do casamento homosexual pois há para aí uma guerra entre a comunidade homosexual a as leis dos diversos países que, de um modo geral, definiam como casamento uma ligação entre duas pessoas de sexo diferente.Pessoalmente sempre achei esta guerra um pouco ridícula e, diga-se de passagem, divertida.
Ver continuação em Cabalas.
6.25.2008
Teste sobre o "Aquecimento Global"
Inicio, hoje e aqui, um teste composto por 10 questões para as quais a ciência actual pode responder sem grandes incertezas. Baseei-me num teste existente, mas que apenas irei revelar depois de colocar aqui todas as questões.
hora absurda IV
hora absurda IV
6.24.2008
Excesso de funcionários públicos em Portugal?
Publiquei nos Arquivos do Raio um artigo que encontrei no Diário de Notícias sobre o número de funcionários públicos em Portugal (ver aqui).
Ver continuação em Cabalas.
O Raio
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O Raio
Excesso de funcionários públicos em Portugal?
Publiquei nos Arquivos do Raio um artigo que encontrei no Diário de Notícias sobre o número de funcionários públicos em Portugal (ver aqui).
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O Raio
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O Raio
6.22.2008
Ilha do Paraíso
Acabei de criar um blog que se dedicará exclusivamente a temas relacionados com a trilogia filosofia, religião e ciência.
Orlando Braga (Ilha do Paraíso)
Orlando Braga (Ilha do Paraíso)
6.21.2008
José Sócrates não tem legitimidade política para continuar como primeiro-ministro
A História contemporânea é um resumo de lutas entre máfias: a máfia sionista do baixo-judaísmo e plutocrata de Wall Street, contra a máfia das Bolsas de Paris e Berlim; a máfia da maçonaria anglo-saxónica, contra a máfia da maçonaria continental europeia.
José Sócrates não tem legitimidade política para continuar como primeiro-ministro
José Sócrates não tem legitimidade política para continuar como primeiro-ministro
6.20.2008
A energia é cara?
Circula uma notícia, e já andei à procura do seu fundamento, que refere que o gasóleo para iates custa 80 cêntimos, isto é, está isento de ISP tal como o gasóleo para a pesca.
hora absurda IV
hora absurda IV
6.18.2008
SIDA : Existem “grupos de risco”?
Têm-se falado ultimamente na blogosfera sobre “grupos de risco” da SIDA.
SIDA : Existem “grupos de risco”?
SIDA : Existem “grupos de risco”?
6.15.2008
Vem aí a censura política na blosgosfera
Comparando o Marxismo com o Salazarismo (que também conheci), e se tivesse que escolher, preferiria — sem hesitação — o segundo. No Salazarismo, só te incomodavam se incomodasses o regime; no Marxismo-leninismo, o regime não está à espera que tu incomodes: ele parte sempre do princípio que incomodas, mesmo que não faças nada por isso.
Vem aí a censura política na blosgosfera
Vem aí a censura política na blosgosfera
6.13.2008
Porreiro pá!
É necessário dar os parabéns aos eleitores irlandeses que ontem num referendo em que participaram 53,13% dos eleitores chumbaram o Tratado de Lisboa por larga margem, 53,4% a favor do "Não" contra 46,6% a favor do "Sim".
A derrota dos eurofanáticos é completa, a vantagem do "Não" é nitida e, ainda por cima, a participação foi superior a 50%.
Ver continuação em Cabalas.
A derrota dos eurofanáticos é completa, a vantagem do "Não" é nitida e, ainda por cima, a participação foi superior a 50%.
Ver continuação em Cabalas.
Blogues “preocupam” União Europeia
Essa coisa da “responsabilização da opinião” é um "déjà vu"; ainda existe na China.
Blogues “preocupam” União Europeia
Blogues “preocupam” União Europeia
Humor antre Pai e Filho, ambos adultos
Quase sempre que me encontro com o meu Pai (eu com 53 e ele com quase 80 anos de idade), brincamos, à despedida, com a seguinte adivinha oriunda dos indígenas “m’huílas” da zona sul de Angola, Lubango, ex-Sá da Bandeira:
Eu – "Ovê, m’buálê! Lupólô"! (Ó Mais Velho! Adivinha lá!)
Meu Pai: "Luíié"! (Diz lá!)
E – "Y hateka, hateka, nuca verivassa! Ô tchi-tchi"? (Corre, corre, corre, nunca apanha! O que é?)
(...)
Continua em VICKBEST.
CRIME PERFEITO
"Crime perfeito não é aquele que fica por resolver. Crime perfeito é aquele que se resolve arranjando um falso culpado!"
Espreite AQUI!
6.12.2008
A geração “calimero”
Aos jovens cabe fazer o que a geração de Abril fez: organizem-se! Lutem pelos vossos direitos e deveres! As lamúrias e a culpabilização alheia não leva a nada.
A geração “calimero”
A geração “calimero”
A geração que matou Abril
As minhas palavras iniciais vão aborrecer muitos leitores deste blog que distingo e aprecio, pelo que a estes peço a paciência de lerem depois das primeiras linhas e o exercício analítico de meditarem um pouco no que se escreverá de seguida.
Fala-se muito de gerações e das suas culpas. Hoje vou apontar o dedo à geração que mais contribuiu nos anos mais recentes para o apodrecimento do cadáver a que (ainda) se chama país. São estes os homens e mulheres que actualmente contam entre 40 a 50 anos, mais um menos um, que eram jovens (mas não crianças) no 25 de Abril de 1974, que fizeram o liceu e a faculdade durante os anos 80 e arranjaram um bom emprego onde sentar o cu toda a vida até à fronteira operacional de 1990. Ironicamente, seria a geração para a qual Abril foi feito, mas foi a geração que matou Abril. Passo a explicar porquê.
Continua
Fala-se muito de gerações e das suas culpas. Hoje vou apontar o dedo à geração que mais contribuiu nos anos mais recentes para o apodrecimento do cadáver a que (ainda) se chama país. São estes os homens e mulheres que actualmente contam entre 40 a 50 anos, mais um menos um, que eram jovens (mas não crianças) no 25 de Abril de 1974, que fizeram o liceu e a faculdade durante os anos 80 e arranjaram um bom emprego onde sentar o cu toda a vida até à fronteira operacional de 1990. Ironicamente, seria a geração para a qual Abril foi feito, mas foi a geração que matou Abril. Passo a explicar porquê.
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6.10.2008
Ainda sobre a “raça”
Penso que Cavaco Silva confundiu “raça” com “nacionalismo”. Fernando Pessoa dividiu o nacionalismo em três tipos:
Ainda sobre a “raça”
Ainda sobre a “raça”
O Presidente da República e a "raça" portuguesa
“Hoje eu tenho que sublinhar, acima de tudo, a raça, o dia da raça, o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas”.
(Aníbal Cavaco Silva, Presidente da República Portuguesa, no dia 10 de Junho de 2008).
Raça têm os animais irracionais, que reagem a certos instintos da mesma maneira e que têm certas características físicas que os distinguem dos outros animais irracionais.
Os seres humanos são os únicos animais que possuem inteligência e LIBERDADE para superar os instintos e as características animais e tornar-se, cada um, um ser irrepetível e distinto dos outros, de modo a tornar-se cidadão do seu país e membro da comunidade Humana no seu todo e não de uma qualquer “raça”.
Ao referir-se à “raça” do povo português, à “raça” de Camões, à “raça” das comunidades portuguesas, o PR está a reduzir os portugueses a uma raça de animais irracionais, com os seus instintos animais característicos, distintos das outras "raças" humanas.
Está a fazer de todos nós, portugueses, não cidadãos conscientes e responsáveis – que até votam na escolha dos seus representantes políticos, incluindo o PR – mas uma raça de animais irracionais, no topo do qual se encontra ele, PR.
Não me revejo nesta linguagem do PR, nem me revejo nele como “chefe” desta raça de animais irracionais.
(...)
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6.09.2008
Posts expansíveis no Blogger
Para quem tem um blogue no Blogger, normalmente não pode fazer a quebra de página que o WordPress permite, isto é, escrever umas linhas na página principal e passar o grosso da leitura para o permanent link. Contudo, é possível ter o mesmo efeito com algumas pequenas alterações no template do Blogger. Ver no Ultimidade o efeito.
Posts expansíveis no Blogger
Posts expansíveis no Blogger
6.08.2008
O terrorismo da Quercus
O blog Mitos climáticos refere num artigo (O G8 e as emissões) uma entrevista de Francisco Ferreira, da Quercus publicada na revista Sábado.
A certa altura este douto terrorista afirma Prevê-se o degelo da Gronelândia e do Pólo Sul, o aumento do nível do mar de quatro a seis metros.
Isto é terrorismo puro! E é fácil de perceber que se trata de uma afirmação sem conteúdo cujo fim é o de assustar o pagode.
Ver continuação em Cabalas.
A certa altura este douto terrorista afirma Prevê-se o degelo da Gronelândia e do Pólo Sul, o aumento do nível do mar de quatro a seis metros.
Isto é terrorismo puro! E é fácil de perceber que se trata de uma afirmação sem conteúdo cujo fim é o de assustar o pagode.
Ver continuação em Cabalas.
6.06.2008
A justiça dos processos paralelos quer no crime quer na disciplina administrativa
Certos órgãos e corporações ligados à justiça, na fase de investigação, usam de processos paralelos para a recolha de provas e, na fase de decisão ou julgamento criminal, influenciar os defensores da acusação e, mesmo, julgadores, que só conhecem o processo oficial.
Segundo as constituições e os códigos de processo penal dos diversos países ocidentais, há provas que, obtidas por certos meios, são inválidas, feridas de nulidade, designadamente as obtidas por tortura ou meios de coacção ou interferência ilícita na vida privada. O mesmo se pode dizer, porque também se aplica legalmente, à disciplina administrativa.
O que fazem, então, as polícias em geral, com certas cumplicidades?
Quando se sentem perdidas numa qualquer investigação, prendem (em portugal prendiam, porque o novo código de processo penal já não o permite) um qualquer suspeito e, com este na prisão, enfraquecido, vão interrogá-lo, vão pôr agentes provocadores na sua cela para lhe tirar nabos da púcara, vão mesmo espancá-lo e torturá-lo ou fazer-lhe imaginativas sevícias para que ele confesse ou dê informações que, pelos meios legais, não conseguiriam obter. Mas como tais provas são legalmente nulas, como vimos, é organizado todo um processo paralelo, oficioso mas não oficial, em que elas são guardadas. É um dos processos paralelos, o processo oficioso e secreto. Neste, mutatis mutandis, o mesmo se pode dizer em relação à prática com certas testemunhas.
O outro processo paralelo é o oficial, para onde são carreadas as provas obtidas legalmente, segundo as constituições e as leis dos respectivos países.
(...)
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6.04.2008
Manuel Alegre e a depuração ideológica no PS
A partir de agora, sempre que vir, na pantalha, o Grande Timoneiro Sócrates aos berros, manejando as certezas absolutas e proclamando a verdade mandarínica das suas profecias e desígnios, vou-me lembrar que ainda existe no PS alguém com “eles no sítio”, e que não prescindiu dos seus direitos individuais de homem livre.
Manuel Alegre e a depuração ideológica no PS
Manuel Alegre e a depuração ideológica no PS
6.03.2008
O fim do Serviço Nacional de Saúde?
Já há por aí muitas vozes a dizer que um Serviço de Saúde Universal é para acabar. Pedro Passos Coelho, por exemplo, foi muito explícito quanto a isto.
O próprio Governo, embora não o admita, parece ir neste sentido. Aliás, só assim se explica que estejam a nascer hospitais privados como cogumelos depois de uma chuvada.
O argumento parece imbatível, um Serviço de saúde público deve destinar-se só aqueles que o não podem pagar, os que podem que paguem. Este raciocínio parece atraente pois, colocando os que podem pagar a pagar, sobraria dinheiro para melhorar o serviço prestado aos tais que não podem pagar.
Ver continuação em Cabalas.
O próprio Governo, embora não o admita, parece ir neste sentido. Aliás, só assim se explica que estejam a nascer hospitais privados como cogumelos depois de uma chuvada.
O argumento parece imbatível, um Serviço de saúde público deve destinar-se só aqueles que o não podem pagar, os que podem que paguem. Este raciocínio parece atraente pois, colocando os que podem pagar a pagar, sobraria dinheiro para melhorar o serviço prestado aos tais que não podem pagar.
Ver continuação em Cabalas.
6.02.2008
Resumindo e baralhando...
A gasolina em Espanha é mais barata que em Portugal! Porque Portugal fica mais longe do que a Espanha. Mas mais longe de quê?
Resumindo e baralhando...
Resumindo e baralhando...
Cadillac, o carro dos brancos?!
O Cadillac é um automóvel cujo nome foi originado no explorador francês Antoine Laumet de La Mothe que fundou Detroit em 1701.
Tratava-se e trata-se de um automóvel de alto luxo cujo nome passou mesmo a ser sinónimo de luxo, dando origem a frases como Rolex, o Cadillac dos relógios e outras do mesmo tipo.
É curioso é ver-se como é que era, em meados do Século XX a publicidade desta marca.
Era uma publicidade que apelava ao luxo e à qualidade.
E como é que o fazia? Apelando a que se tratava de um automóvel para brancos de alto nível, para brancos que só andavam com brancos!
Como se pode constatar nos anúncios que a seguir se reproduzem, era uma propaganda com um forte pendor racista, impensável nos dias de hoje.
Ver continuação em Cabalas.
Tratava-se e trata-se de um automóvel de alto luxo cujo nome passou mesmo a ser sinónimo de luxo, dando origem a frases como Rolex, o Cadillac dos relógios e outras do mesmo tipo.
É curioso é ver-se como é que era, em meados do Século XX a publicidade desta marca.
Era uma publicidade que apelava ao luxo e à qualidade.
E como é que o fazia? Apelando a que se tratava de um automóvel para brancos de alto nível, para brancos que só andavam com brancos!
Como se pode constatar nos anúncios que a seguir se reproduzem, era uma propaganda com um forte pendor racista, impensável nos dias de hoje.
Ver continuação em Cabalas.
6.01.2008
Atenção à “Educação para a Cidadania”
A chamada “Educação para a Cidadania” — financiada (e ditada) pela União Europeia que, como todos sabemos, é controlada pela maçonaria — está a levantar muita polémica na sociedade espanhola de Zapatero.
Atenção à “Educação para a Cidadania”
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